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Comerciantes e turistas fazem avaliação positiva da Vila do Artesão - Campina Grande



A Vila do Artesão de Campina Grande é uma iniciativa de sucesso e que já está proporcionando um grande impulso à atividade artesanal em Campina Grande. Esta é a avaliação dos produtores artesanais, comerciantes e turistas presentes no último final de semana no novo espaço cultural campinense e que completou um mês de atividades no dia 22 de janeiro. Os artesãos asseguram que a tendência é que o movimento comercial na área cresça com o passar dos meses, consolidando-se até próximo período junino. 

Para o radialista Oliveira Júnior, da cidade de Sinop (MG), a Vila do Artesão é uma das maiores obras nas áreas econômica, turística e cultural de Campina Grande. “Faz quinze anos que estive em Campina Grande. Estou impressionado com o desenvolvimento da cidade. Chama a nossa atenção, sobretudo, esta grande obra, através da qual podemos relembrar e sentir a verdadeira cultura desta terra”, declarou.

Já a comerciante Maria Lúcia Barbosa definiu a Vila do Artesão como “um presente de Deus”, pois proporcionou aos artesãos uma estrutura digna, além de ressaltar a forma acolhedora como os que fazem a Prefeitura Municipal de Campina Grande acolheu aos que se instalaram no local. “Agora, a tendência é de melhorar a cada dia. Tem crescido a cada dia o número de visitantes e as vendas só tendem a aumentar”, comentou.

Quem também considera a experiência válida, avaliando ter sido positivo o primeiro mês são as artesãs Adriana Elisabete Meira França e Luciana Alves, em cujo chalé são comercializados produtos dos Grupos de Produção “Ama CG” e “Artes e Fios”. De acordo com Adriana, “o primeiro mês, em termos de vendas e visitação, já foi muito proveitoso, havendo, com certeza, uma clara tendência de melhora na medida em que o tempo for passando”. Ambas também elogiaram a estrutura física da Vila do Artesão, ressaltando a diversidade de equipamentos e de organização.

Por sua vez, a artesã Socorro Morais, do Chalé 24, dedicado a venda de produtos com base em algodão colorido, como mantas e redes, informou que o novo espaço campinense vai se tornar em breve local de realização de eventos culturais e espirituais, o que vai contribuir para o incremento nas vendas. “Como a ‘vila’ dispõe de um auditório, teremos em breve atividades do Encontro para a Nova Consciência neste local. Isto é mais um fator de incentivo aos que se dedicam à arte artesanal”, comentou.

Os artistas plásticos Fernando Pessoa e Lúcia Duarte garantem que “apesar de transcorrer o primeiro mês de ‘vila’ em pleno mês de janeiro, quando muitos campinenses deixam a cidade, o saldo dos primeiros dias de atividade pode ser considerado positivo”. Eles estão instalados no chalé 58, um dos mais visitados da Vila do Artesão, pois chama a atenção do público os quadros produzidos a partir da técnica de textura de pó de serra (pó de madeira).

Entusiasmados com o sucesso da iniciativa, artesãos também estão investindo visando melhorar os seus chalés, a exemplo de Ozamira Bezerra Xavier. Ela já fez a colocação de cerâmica em seu Box, além de providenciar sacolas padronizadas com a marca da “vila” e o número do chalé 39, onde comercializa produtos de crochê, bolsas, panos de pratos, camisas, bonecas e outros produtos.

A Vila do Artesão é administrada pela Agência Municipal de Desenvolvimento (AMDE), presidida por Francisco Dantas Lira (Tico Lira). Segundo ele, turistas de todo o Brasil e também até de outros países já passaram pelo local, especialmente visitantes oriundos da Europa e dos Estados Unidos.

“Os próprios artesãos estão satisfeitos. Apesar do mês de janeiro, o fluxo de turistas da Europa, Estados Unidos e várias regiões do Brasil. Eles dizem que não existe uma obra desse porte no Brasil, dedicado exclusivamente aos artesãos, sendo um modelo para o país”, comentou.  

A Vila do Artesão funciona da terça a sexta-feira, das 10h às 19h, e aos sábados, no horário das 10h às 20h.
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